Uma polêmica em torno de Carol Lekker em 'A Fazenda 17' ganhou novos desdobramentos neste sábado, dia 07 de novembro. Há algumas semanas, uma fala da Miss Bumbum sobre seu enteado causou revolta nas redes sociais e muitas críticas à modelo, e nos últimos dias rendeu um pedido de prisão protocolado pelo deputado estadual Rafa Zimbaldi.
Na ocasião, Carol conversava com outros participantes quando contou, sorrindo, que teria ameaçado cortar o órgão genital do enteado de apenas 4 anos de idade, filho do seu marido, o empresário holandês Maik Riksen. A declaração causou revolta até em Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni que detonou a série 'Tremembé', e pediu a expulsão da modelo do reality show.
Diante das acusações que vem enfrentando nas redes sociais, entre elas as de maus-tratos contra o enteado, a equipe de Carol Lekker fez um pronunciamento neste sábado (08), ao portal LeoDias, alegando que a Miss Bumbum nunca teria agredido o seu enteado, além de indicar que a frase teria sido tirada de contexto.
"Não houve qualquer ato de violência, ameaça ou maus-tratos contra o enteado. O episódio citado foi editado e retirado de contexto, não representando uma situação de risco real à criança. Carol sempre demonstrou respeito e cuidado no convívio familiar e repudia toda forma de violência. A declaração exibida foi real, porém totalmente fora de contexto. O trecho fazia parte de uma conversa descontraída, sem qualquer intenção ofensiva ou de intimidação", alegou a assessoria de Carol.
Adiante na nota enviada ao portal LeoDias, a equipe de Carol Lekker disse que sua conversa não configura ameaça: "Em termos legais, o crime de ameaça, previsto no artigo 147 do Código Penal, exige uma promessa séria e capaz de gerar temor real e justificado na vítima, o que não ocorreu. Dessa forma, não há tipicidade penal no episódio, uma vez que faltam os elementos essenciais para configurar o crime".
De acordo com o site, a defesa da modelo, que é uma das favoritas de 'A Fazenda 17', está tomando medidas contra ao pedido do deputado, afirmando que elas "extrapolam o campo jurídico e buscam transformar um assunto já esclarecido em uma narrativa criminal", dizendo que as medidas servem para "evitar a propagação de informações distorcidas".
"Causa estranheza e preocupação o pedido público de prisão preventiva, uma vez que não há qualquer amparo jurídico para essa medida. De acordo com os artigos 312 e 313 do Código de Processo Penal, a prisão preventiva só pode ser decretada por um juiz quando houver prova concreta de crime grave, com pena superior a quatro anos, e risco atual à ordem pública, à instrução do processo ou à aplicação da lei penal. Nenhum desses requisitos se aplica ao caso", esclareceu.
Por fim, a equipe de Carol Lekker encerrou: "O próprio pai da criança já declarou que o menino está bem, jamais esteve em situação de risco e que tudo ocorreu em tom de brincadeira. Diante disso, verifica-se a total ausência de elementos fáticos e jurídicos para qualquer medida extrema, evidenciando que o episódio vem sendo tratado de forma desproporcional e midiática, caracterizando uma tentativa de perseguição e exposição indevida, e não uma preocupação genuína com a verdade dos fatos ou com o bem-estar da criança".